Médio

31 – Médio – Probabilidade

Aulas de Auxílio:

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Vestibulândia Os assuntos são as 6 partes da aula 31.

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Artigos de Abril:

  1. #2 – Vida de Graduando – Greves e Paralisações

Até 07/04 – Listas:

32 – Médio – Simulado 4 – ENEM e VESTIBULARES;

33 – Médio – Noções de Geometria e Trigonometria

Até 14/04 – Listas:

34 – Médio – Geometria Plana: Definições Preliminares;

35 – Médio –  Geometria Plana – Triângulos: Noções Gerais;

Até 21/04 – Listas:

36 – Médio – Geometria Plana – Triângulos: Critérios de Congruência;

37 – Médio – Geometria Plana – Triângulos: Critérios de Semelhança;

Até 28/04 – Listas:

38 – Médio – Geometria Plana – Triângulos: Teorema de Pitágoras;

39 – Médio – Geometria Plana – Triângulos: Pontos Notáveis.

 

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Médio

30 – Médio – Análise Combinatória

Aulas de Auxílio:

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Vestibulândia Os assuntos são as 8 partes da aula 30.

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Matematica e Cotidiano

#1 – M&C – Como é calculada a tarifa de ônibus no Rio de Janeiro?

Não são só pelos 20 centavos!

Esta frase é bem impactante para pessoas que presenciaram os protestos de 2013, um reajuste sofrido na tarifa de ônibus seria um salto inicial para uma das maiores mobilizações populares que o Brasil teve. Nós sabemos que a tarifa se reajusta, podendo ser para valores abusivos, mas eis a questão:

Qual é a base de cálculo usada para se atribuir o preço da tarifa de ônibus?

Como cidadão carioca, falarei dos parâmetros e regras feitas pela Prefeitura do Rio de Janeiro.

De acordo com o DECRETO RIO Nº 41190 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2015.

Baseado num contrato de concessão há a seguinte base de cálculo

teste

onde:

P_c= Preço da Tarifa calculada.

P_O= Preço da Tarifa vigente.

\Delta OD= Variação do valor de Óleo Diesel (IPA-FGV)

\Delta RO= Variação do valor de Pneus para Ônibus e Caminhões (IPA-FGV)

\Delta VE= Variação do valor de Veículo Ônibus,  chassis com motor e carroceria (IPA-FGV)

\Delta MO= Variação do valor da Mão de Obra (INPC-IBGE)

 \Delta DE= Variação  do valor de Outras Despesas  (INPC-IBGE)

Ou seja, para calcular a tarifa, temos no total 5 variáveis que são as variações de valores de cada custo do serviço. Cada variável está embutida um “peso”, repare que a variação do valor de Óleo Diesel (DO) está multiplicado por 0,21 na equação acima, isto quer dizer que nesta variável temos o peso de 21% do custo total e temos o mesmo raciocínio para todas as outras.

De onde vem as informações para o cálculo?

Todas as bases de cálculo da fórmula acima para verificar as variações de preços vem com fontes de referência, aí está o uso prático da Estatística na sociedade, para OD, RO e VE temos o Índice de Preços por Atacado feito pela Fundação Getúlio Vargas e para MO e DE temos o Índice Nacional de Preços ao Consumidor feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 

Repare que no próprio Decreto existem custos que vão além da própria fórmula acima (e que não localizei como calcularam, pois não é explícito nem no Decreto e muito menos no contrato de concessão) que são da instalação de ar condicionado e o custo da gratuidade. Enquanto no custo da instalação de ar condicionado com meta de se alcançar 70% de toda frota para 2016, veja que nem chegaram a 40% como é dito em 05/09/2016 no Globo:

Apenas 39,4% dos ônibus de linhas regulares do município tem ar condicionado

E a questão fica mais crítica quando pagamos adicionais de custos que não são cumpridos até no início de 2017, como você pode ver na notícia do jornal O Dia:

Só 42% dos ônibus municipais do Rio têm ar-condicionado

Por fim, ficam questões a serem pensadas:

  1. A fórmula usada como base nos contratos pode ser considerada boa para calcular o custo da tarifa?
  2. O quão confiável é usarmos como base o IBGE e FGV usando seus respectivos índices para avaliar as variações de preços?
  3. Baseado no DECRETO RIO Nº41.190 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2015, quantos reais no total você já deu às empresas da Rio Ônibus só em custo para climatizarem todos os ônibus que já estouraram a meta e não climatizaram?

Fontes:

¹ DECRETO RIO Nº 41.190 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2015

² DECRETO N° 32.842 DE 1º DE OUTUBRO DE 2010

³ O GLOBO

O DIA

 

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Médio

29 – Médio – Fatorial e Binômio de Newton

Aulas de Auxílio:

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Vestibulândia Os assuntos são as 6 partes da aula 28 e 29.

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VDG

#1 – Vida de Graduando – Enfrentando Cálculo 1

Um calouro entrando na vida universitária…

É engraçado, não faz tanto tempo assim que fui calouro, entrei no curso de Matemática na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 2014.2, eu não entrei no tempo que consideram uma idade “normal”, tinha 19 anos. Uma das coisas que me vieram à mente ao encarar os primeiros dias de aulas tirando trotes acadêmicos foi a matéria clássica que é temida por todos, uma matéria no meu fluxograma chamado Cálculo 1. O que me vinha à princípio é “Por que Cálculo 1 é tão difícil como dizem?”, questões que seriam respondidas ao decorrer do período e as respostas foram confirmando-se cada vez mais que eu encarava meus calouros semestre por semestre.

Primeiro impacto que todo calouro tem é a diferença dos professores universitários aos do ensino médio. Um professor universitário costuma ser uma pessoa com Doutorado, está envolvido com Pesquisa Acadêmica na instituição e está comprometido com vários projetos que vão além de dar aula à graduação. Ele está lá para cumprir uma ementa da matéria, tem suas listas de exercícios e precisa aplicar provas, ou seja, em nenhum momento há nele uma cláusula onde ele deve tirar todas suas dúvidas da matéria. Daí que vem muitos estudantes de exatas acabam considerando o professor um verdadeiro cuzão. 

Se vira, moleque!

Enquanto o ritmo do ensino médio costuma ser “Vem cá que eu te mostro o passo a passo”,  o universitário de fato é  “Se vire!”, ou seja, no ensino médio o professor passa trabalhos para casa e toda essa lenga-lenga que faz o aluno ter de fazer as coisas por uma obrigação dada pelo professor e no universitário o professor lança listas de exercícios, não espera que você faça, muito menos que você ligue, afinal, a obrigação é totalmente sua.

Então vem aulas, a professora já introduz sobre Limite acho que começo a entender a matéria e assim já vem a parte onde temos que fazer exercícios. E… opa, o que é isso!?

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Não sei resolver quase nada! FODEU DE VEZ!

Sim, vieram as dúvidas e nelas eu percebi uma coisa importante: minha base matemática não era tão boa assim. E esse problema que muitos enfrentam ao entrar na universidade, portanto vem uma questão:

“Como você vai entender o professor, se você não entende os pré-requisitos para aprender a matéria?”

As minhas primeiras dúvidas eram pífias se for ver que eu passei num vestibular, era um problema que se resolvia por racionalização, logo após problemas que precisava saber propriedades trigonométricas e depois divisão de polinômios. E é epidêmico, em turmas de engenharia, economia, computação e estatística. Pessoas com mesmos tipos de dúvidas, mesmas dificuldades, mesmos impasses. E qual a solução achei? Ir à biblioteca e estudar.

Logo após rever minhas bases, só me restou encarar o livro do Guidorizzi, fazê-lo por completo, se não entendi a professora em aula, procurei vídeo-aulas no youtube e grupos de Facebook. E uma peça fundamental me fez aprender a ser universitário no primeiro período é:

Aprenda a ser independente!

 

 

 

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Médio, Simulado

28 – Médio – Simulado 3

O simulado é uma prova de 100 questões objetivas e o propósito é que você aja como se fosse realmente uma prova, obviamente é opcional você submeter-se como se fosse uma prova, mas é aconselhável para ver seu preparo ou nível de conhecimento.

Regras:

  • Não pode haver consultas no momento em que estiver fazendo  simulado.
  • Não pode chutar alternativas, o objetivo é ver o que você sabe e não sua sorte.
  • A prova terá duração de 4 horas e 30 minutos.
  • Cada alternativa terá peso de 1 ponto.

Simulado:

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Gabarito:

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